Ava Quirino
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"Maternidade"

Serviços

 


A primeira semana de janeiro passou tão rápido quanto 2025 terminou.

E, assim como no ano passado, percebi que não consegui ser tão presente aqui quanto gostaria. Isso me fez decidir que algo precisava mudar.

Estou na blogosfera desde 2013. Tive um blog no nicho de moda modesta que me proporcionou amizades preciosas e diversas parcerias. Durante dois anos fui bastante assídua, até que a faculdade começou e com ela veio uma pausa longa, quase silenciosa.

Foi mais ou menos nessa época que fui convidada, pela primeira vez, a escrever como ghostwriter.

Nesse meio-tempo, muita coisa aconteceu. Saí das redes sociais, parei com o blog e, nos últimos anos, passei a realizar trabalhos pontuais como ghostwriter.

A  experiência como Ghostwriter 

Trabalhar como ghostwriter me deu uma bagagem que, dificilmente, eu teria adquirido de outra forma. Escrevi sobre viagens, finanças, teologia, sites e tantos outros assuntos. Temas que exigiram estudo, pesquisa e profundidade para que eu pudesse dissertar com responsabilidade sobre.

Todavia, por mais que eu goste desse trabalho, existe também o lado difícil.

Ser ghostwriter é conviver com um portfólio invisível. Afinal, uma das cláusulas mais comuns é o anonimato da autoria.

Ainda assim, amo esse tipo de trabalho. Amo porque amo escrever.

Foi então que me dei conta de que nada poderia servir melhor como um portfólio vivo e atualizado do que um blog. E foi assim que decidi voltar para a blogosfera.

O Blog

Quando voltei, como já confessei, a intenção inicial era prática: manter um portfólio ativo.

O que aconteceu, porém, foi o oposto do que eu esperava. Passava longos períodos sem publicar nada e, ao reler este espaço como leitora, comecei a não me reconhecer mais nele.

E sabe por quê?

Porque eu amo blogs que contam histórias. Blogs em que, a cada parágrafo, é possível ver a pessoa que escreve.Gosto de acompanhar pessoas reais, com sonhos, gostos e problemas reais!

Assim, refletindo sobre a minha falta de comprometimento aqui, me dei conta de que essa falta de assiduidade estava atrelada ao meu desgosto de me preocupar  em só escrever posts "redondinhos" formatados para SEO. 

Vi que investir em produzir apenas conteúdo assim não fazia parte da minha essência  e identidade. E por isso estava minando minha vontade  de fazer aqui um espaço de escrita real, de troca verdadeira, de uma escrita que nasce da experiência e não apenas de "estratégia".

Escrever passou a parecer obrigação, quando na verdade sempre foi um refúgio pra mim.Percebi que ao tentar fazer daqui uma vitrine do meu trabalho, acabei me afastando daquilo que mais valorizo: a autenticidade, o processo, o sentir antes do performar.

Por isso, hoje escolho ressignificar este espaço.Quero ele seja menos "vitrine" e mais encontro.Menos sobre agradar algoritmos e mais sobre tocar pessoas reais, em fases reais da vida.

Talvez os textos não sejam perfeitos.Talvez não sigam todas as regras.Mas serão honestos, vivos e alinhados com quem eu sou.

E isso, para mim, faz muito mais sentido.

Quero vida, rotina, variedade e  claro que com pitadas de informação relevante baseada em uma curadoria que faça sentido tanto pra mim quanto pra quem me acompanha.

Sendo assim, fica instituído o blog pessoal da Ava, um espaço que abrangerá todas as minhas facetas: cristã, esposa, mãe, redatora, poeta, pedagoga, educadora parental e terapeuta familiar.

Um blog que não se limita a um único rótulo, mas que se assume como um compilado de vida escrita, inspirada, imperfeita e verdadeira.

Fiel à pessoa que vos escreve. Alguém que carrega nas palavras um meio intrínseco de ser, sentir e existir no mundo.

Novo ano. 

Nova fase.

Bem-vindo ao novo Ava Entrelinhas.






 

 Fonte da Imagem: Acervo Pessoal

 Em janeiro de 2025 comecei um ritual que pretendo repetir esse ano: escrevi uma carta para eu ler ao final do ano. Basicamente, era uma conversa com o ‘eu do futuro’, idealizando  a “Ava”  de Dezembro disciplinada que leria a carta ao final daquele ano com várias metas batidas.

 Iludida ou Otimista?

A verdade é que teve sim algumas metas alcançadas. Porém, uma das metas que eu julgava mais importante , que eu queria muito alcançar  no último ano e que só dependia de mim, eu não alcancei! Resultado: Terminei ano da mesma forma... Mas apesar de estar decepcionada comigo mesma, eu escolhi olhar o copo meio cheio.

  Comecei a olhar com carinho para a Ava que passou esse último ano, que teve grandes aprendizados, dificuldades e  uma significativa perda.  Nossa família viveu um período muito difícil esse ano, tivemos um familiar que adoeceu, foram meses... E que infelizmente se foi. Acabou que desestabilizou  de certa forma a família e ainda estamos tentando lidar com essa grande perda.

Por isso, levando em consideração  que  a vida que projetamos e a vida que acontece muitas vezes se desalinham, por que não exercer a gratidão pelo que foi,  pela vida que  ainda é e que nos proporciona tempo e condições para contemplarmos  e realizarmos tantas coisas?

O Diário de Amiel

E foi enquanto eu estava nessa trajetória interior de reflexão que  eu me deparei com essa página do diário de Henri Amiel :

“Berlim, 16 de dezembro de 1847

Pobre diário íntimo! esperas há sete meses e em dezembro é que se aplica por primeira vez uma resolução de maio. Ou antes, pobre de mim! Não sou livre, porque não tenho a fôrça de executar a minha vontade. Acabo de reler as minhas notas dêste ano. Tudo foi visto, previsto, disse a mim mesmo as mais belas cousas, entrevi as mais sedutoras perspectivas, e, hoje, caí em mim, esqueci. Não é inteligência que me falta, é caráter. Quando me dirijo ao meu juiz interior, clara é a sua visão e êle fala com justeza. Eu me adivinho mas, não me faço obedecer. E neste momento ainda, sinto que me causa prazer descobrir as minhas faltas e os seus motivos, sem que por isso eu me torne mais forte contra elas. Não sou livre. Quem deveria sê-lo mais do que eu? Nenhuma coação exterior, gôzo de todo o meu tempo, senhor de oferecer-me um fim qualquer. - Mas de mim próprio fujo, semanas, meses inteiros; cedo aos caprichos do dia, sou o olhar de meus olhos.

Terrível pensamento: cada um faz o próprio destino.

Diziam os indus: o destino não é uma palavra, mas a conseqüência das ações cometidas em outra vida. Excusado ir tão longe. Cada vida faz o próprio destino. Por que és fraco? Porque dez mil vêzes cedeste. Assim te tornaste o joguete das circustâncias; fôste tu que fizeste a sua fôrça, não elas que fizeram a tua fraqueza. –“

🍀Minha edição  é antiga. Mas pra quem tiver interesse e quiser adquirir esse livro achei  essa edição na  Amazon .

(Lembrando que comprando com o meu link você apoia meu trabalho sem pagar nada a mais por isso . Obrigada pelo carinho 💓)

 Fonte da Imagem: Foto retirada do livro


 A culpa por não cumprir as metas e promessas que fazemos com a gente mesmo não é uma culpa  exclusiva dos dias atuais permeados e acentuados pelas comparações e distrações promovidas pelas redes sociais, apesar  de acreditar que elas contribuem muito para a procrastinação e a comparação,  a causa de resoluções de ano novo não cumpridas muitas vezes está em uma falta de planejamento mais realista  ou por culpa da vida acontecendo simplesmente, dos imprevistos que podem ocorrer,como um desemprego, um término, uma doença...

 E essa culpa  que nos corrói ao final de um ano por uma meta não alcançada está intrínseca em todo ser humano, não é algo causado pelos novos tempos.  Como  pudemos ler no  diário do Amiel que lá em 1847  já sofria com a frustração de ter sido “fraco” e não ter  tido “força para executar “ sua própria vontade. E olha que ele ainda nem tinha redes sociais. Hahaha #joke

Fonte da Imagem: Giphy

Sua melhor amiga é Você

Como sabemos e podemos prever  há tantos acontecimentos que podem nos boicotar para cooperar com nosso fracasso...

E é quando essa bad de final do ano chega por metas não alcançadas que se torna   inevitável  nos culparmos pela falta de resultados, mas antes de enchermos  nossa mente com um monte de crenças limitantes de “eu nunca consigo”, “ eu sou um fracasso mesmo”, que tal olharmos  com um olhar critico e  refletirmos o porquê tal objetivo não foi alcançado?!

Eu odeio me fazer de vítima da situação, mas uma das metas que estipulei comigo mesma é  de falar comigo mesma como eu falaria com uma amiga, e eu nunca diria para uma amiga que falhou  em algo coisas do tipo: ” Você é um fracasso” , “Você nunca faz o que promete” ou "Você nunca vai conseguir.". O que eu provavelmente falaria é:

“Vamos analisar com calma o trajeto, ver o que deu errado e retraçar a rota “

 Afinal há um novo ano se iniciando!

Aliás, Feliz Ano Novo pessoal! Desejo um 2026 cheio de realizações e metas cumpridas para todos nós!

E me conta aqui nos comentários como foi o ano de 2025 pra você e quais são as perspectivas para 2026?

Até mais.

Com carinho,

Ava


Referências:

AMIEL, Henri-Frédéric. Diário Íntimo. Tradução de Mário Ferreira dos Santos. Porto Alegre: Globo, 1947

Fonte de Imagem:  Imagem geradapor IA


Todo novo ano   traz aquele mesmo desejo de começar de novo ... E a partir disso começa o planejamento para o novo ano que se inicia.   E a pergunta é: Qual é a   melhor maneira de se organizar em 2026?

Mais do que fazer listas e promessas,  precisamos de uma ferramenta  que nos possibilite nos organizar para alcançar nossos objetivos.  E o mais importante é  escolher uma maneira de se organizar que realmente tenha a ver com quem a gente  é hoje.

E se organizar, aqui, não significa “controlar tudo”, mas encontrar leveza no meio da rotina, clareza nas decisões e espaço para o que realmente importa e funcione no nosso dia a dia.

Esse ano de 2025 adquiri o planner lindíssimo da Thomas Nelson e estou tentada a compra-lo novamente. Mas também sinto saudades do Bullet Journal, apesar de saber que nessa atual fase da minha vida não teria tempo de me dedicar tanto como eu gostaria. 

Ainda estou pensando em qual ferramenta vou utilizar, se  novamente um planner, uma agenda ou talvez volte para meu tão querido Bullet Journal.

 A real de buscar uma forma de se organizar é que não é sobre fazer mais, é sobre fazer com sentido.

Durante muito tempo, eu achei que organização era sinônimo de produtividade. Hoje, vejo que ela é sobre presença ,sobre conseguir viver o agora sem o peso do que ficou por fazer.


Por isso, antes de escolher o método ideal, preciso levar em consideração olhando  para o meu momento e aconselho que você faça o mesmo.  Para isso responda essas 2 questões:

  •  Você precisa de estrutura ou de liberdade?
  •  De rotina visual ou de um espaço para escrever pensamentos?

Essa resposta muda tudo e com certeza vai te ajudar a escolher  qual ferramenta utilizar para se organizr em 2026.

 
 Os principais métodos de organização em 2026

 

Em 2026, o foco das tendências de organização é o autoconhecimento. Mais do que seguir  a moda, as pessoas têm buscado ferramentas que traduzam o seu jeito de pensar, criar e viver. Sendo assim,  como sou uma pessoa analógica, nesse post não irei citar nenhum aplicativo  ou ferramneta tecnológica, ok?

Então, aqui estão os métodos mais populares-manuais- de organização, com observações sobre cada  método,  assim ficará mais fácil  escolher o que mais combina com você:

 

Planner

Fonte Imagem: Acervo Pessoal


 Um planner é um tipo de organizador que vai além de uma simples agenda.Ele é pensado para planejar a vida de forma mais ampla, incluindo não só compromissos e tarefas, mas também metas, hábitos, finanças, saúde, espiritualidade...

 Enquanto a agenda serve mais para registrar o que já está marcado, o planner te ajuda a visualizar e construir o que você quer realizar.

Ele normalmente é dividido em seções mensais, semanais e diárias , e pode trazer espaços para reflexões, gratidão, controle de hábitos e até páginas de sonhos e objetivos.

 Em resumo:

Agenda: anota o que você precisa fazer e compromissos pontuais

Planner: te ajuda a planejar quem você quer ser e como quer viver o ano.

Se você gosta de ter cada área da vida bem dividida :espiritual, pessoal, profissional, emocional , o planner é o companheiro ideal.

Um exemplo lindo e completo é o Planner Cristão Meu Plano Perfeito, que une produtividade e fé de um jeito delicado e prático. Ele ajuda a manter foco sem perder o olhar espiritual sobre o cotidiano.

É o tipo de planner que te convida não só a organizar tarefas, mas também a cuidar do coração no processo. Esse foi o planner que escolhi para me acompanhar nesse ano de 2025 (se quiser saber mais , leia aqui, onde eu mostro tudo com detalhes.)

 

Agenda comum

Fonte de Imagem: Amazon


Se sua meta é ter um registro simples do dia a dia ( compromissos, horários e lembretes rápidos ) uma agenda comum pode ser  ideal paravocê precisa.

Ela funciona bem para quem  gosta de simplicidade,tem uma rotina mais linear, e quer apenas manter a constância sem complicar.

 

 Bullet Journal

Fonte Imagem: Acervo pessoal-Página do  meu Bullet Journal de 2019

Agora, se você é do tipo que gosta de inventar o próprio jeito, o bullet journal é um campo aberto de possibilidades.

Com um caderno comum, canetas e marcadores, você  pode criar seus próprios layouts, listas, metas e reflexões.

É ideal para quem mistura planejamento e expressão  de arte( desenha, escreve, cola, reflete...)

Um caderno de capa dura com páginas comuns já é suficiente para começar esse processo de autoconhecimento criativo.

 

Fonte de Imagem:  Imagem geradapor IA

Como manter a constância (sem cair na culpa)

A verdade é que não existe uma maneira “perfeita” de se organizar ,existe o método que funciona pra você.

E constância não nasce da cobrança, mas de olhar com  carinho e respeitar o seu  próprio ritmo.

 Algumas dicas simples que funcionam pra mim:

  • Reserve 10 minutos por dia para revisar e anotar o essencial.
  •  Tenha um momento semanal para ajustar metas e prioridades da semana.
  •  Use marcadores coloridos para destacar o que é mais importante, e não o que é urgente.

 E, acima de tudo, permita-se recomeçar , quantas vezes for preciso.

 Indicações

Pesquisando opções para encontrar qual será  o meu  companheiro para 2026 me deparei com itens lindos e funcionais , então resolvi compartilhar aqui com você, são itens lindos que  independente de qual  seja a sua escolha com certeza irão facilitar a sua organização em 2026.

 Você não precisa de mil ferramentas. Mas ter bons materiais pode transformar o ato de se organizar em um ritual inspirador para começar com tudo em 2026.


Minhas indicações

PLANNER

 Planner Cristão Meu Plano Perfeito , perfeito para quem quer unir espiritualidade e propósito.

Como eu disse anteriormente , foi esse o meu planner de 2025 e super recomendo.

Enquanto eu escolhi uma capa florida, essa foi a capa que  a minha filha escolheu, devo confessar que esse é ainda mais bonito pessoalmente:

Compre Aqui: Amazon

E essa é uma  das capas do planner Meu plano perfeito  que estou “paquerando” para me acompanhar em 2026. Eu  estou muito apaixonada,pois esse modelo vem com essa capa de corino por cima que depois dá pra reutilizar em outros anos.

Compre aqui: Amazon


AGENDA

Eu estou cogitando muito  também  voltar a experimentar uma agenda pra esse 2026. Na minha   minha adolescência eu usava muito, tinha agendas lotadas de  escritos sobre o meu dia, poemas, recortes de revistas, colagem de embalagens , adesivos... Enfim, eu amava! 
Pena que em um momento da minha vida resovi me desfazer delas, acabei queimando todas. Esses dias navegando no Tik Tok vi uma garota que encontrou as agendas da mãe dos anos 90 e me bateu uma nostalgia fortissíma e junto mais uma vez me sobreveio o arrependimento. Queria desfrutar das lembranças da minha juventude, assim como mostrar para  minha filha, mas como não prosperamos com o passado, vamos  mudar de assunto e conferir algumas lindezas que encontrei:

 Achei essa Agenda 2026 minimalista  ideal para quem prefere simplicidade e praticidade. Eu adorei que ela tem uma visão semanal em coluna. 


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O outro modelo que eu amei tem a a folha diária, mas com um template totalmente diferente dos convencionais, há diversas capas mas a minha favorita foi essa aqui:

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Amei essa agenda também, ela lembra muito as agendas da minha adolescência, bem cara de agenda dos anos 90. Hahaha . Amei esse tom de verde, e ela está com um preço inacreditável:
Adquira aqui: Shopee

 


CADERNO (Bullet Journal)

 Modelos de cadernos há diversas opções, capas, estampas, costurado, aramado... Enfim, há uma  variedade gigantesca, é questão de gosto. Mas eu, particularmente,  o modelo de caderno que  que eu mais gosto mesmo é desses cadernos estilo Moleskine, com folhas pontilhadas ou sem pauta.  Na shopee você encontra esses modelos por menos de R$20,00. Vale super a pena:

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 Mas e aí? Qual a melhor forma de se organizar em 2026?

A verdade é que  melhor maneira de se organizar em 2026 é aquela que nasce do autoconhecimento.Não é sobre encher páginas, é sobre preencher o tempo com o que te faz sentido.

Então, antes de comprar um planner ou abrir um novo caderno, respire fundo e pergunte: o que eu quero sentir neste novo ano?

A partir dessa resposta, o resto se encaixa.

E você,  já  decidiu qual método irá utilizar para se organizar em 2026? Me conta aqui nos comentários.

Até mais.


Com carinho, 

Ava



 



Há alguns anos, a expressão burnout estava restrita ao mundo adulto, ao cansaço extremo provocado por excesso de trabalho e pressões do cotidiano. Hoje, porém, o termo começa a aparecer em um contexto que deveria simbolizar leveza e descoberta: a infância.

O burnout digital infantil é um fenômeno real e crescente, resultado direto do uso excessivo de telas e da substituição da presença humana por estímulos virtuais.

Imagine uma menina de seis anos que, de repente, passa a ter insônia severa, irritabilidade, crises de ansiedade e explosões de raiva. O diagnóstico, surpreendente para muitos pais, é esgotamento digital. Ela não está doente apenas por “birra” ou “manha” , o cérebro e o sistema emocional dela estão sobrecarregados por estímulos que ultrapassam sua capacidade de processar o mundo.

Pesquisas publicadas na revista JAMA Pediatrics têm mostrado resultados preocupantes.
Um estudo conduzido pelo Dr. John Hutton, em 2019, analisou o cérebro de crianças em idade pré-escolar e descobriu que o uso prolongado de telas estava associado a uma menor integridade da substância branca cerebral, região responsável por habilidades fundamentais como linguagem, raciocínio, empatia e autocontrole.

Outro estudo mais recente, de 2023, indicou que bebês e crianças expostas a telas por longos períodos apresentavam padrões cerebrais alterados e desempenho cognitivo inferior ao de crianças com menos tempo de exposição.

Em outras palavras: quanto maior o tempo de tela, menor o desenvolvimento de habilidades essenciais para o aprendizado e a convivência com os outros.

Essas pesquisas reforçam o que muitos profissionais de saúde mental têm observado na prática: crianças estão sofrendo um tipo de esgotamento mental precoce, que se manifesta em sintomas como dificuldade de atenção, distúrbios do sono, agressividade, isolamento e atraso no desenvolvimento emocional.

Talvez a cena pareça comum: uma criança quieta, concentrada em um tablet ou celular, enquanto os adultos ganham alguns minutos de “paz”.



Mas esse silêncio, muitas vezes, não é sinal de tranquilidade, é um pedido de ajuda não percebido.
O que parece um descanso para os pais pode ser, para a criança, um mergulho em conteúdos rápidos, coloridos e barulhentos que ativam o sistema nervoso de forma constante, sem tempo para pausa ou entendimento.

O psiquiatra infantil Michael Rich, da Harvard Medical School,  que tem um livro muito interessante que fala sobre isso ,descreve o fenômeno como uma “fome de atenção”: as crianças são bombardeadas por estímulos digitais, mas carecem do olhar humano que regula, acolhe e ensina a lidar com as emoções.

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Assim, o que chamamos de “abandono digital” não é ausência física dos pais, mas uma presença distraída , quando o vínculo é substituído por uma tela.

O preço emocional das telas

O impacto do uso excessivo de telas vai muito além do comportamento.Estudos também apontam que o sono das crianças é diretamente afetado, já que a luz azul emitida pelos dispositivos interfere na produção de melatonina,o hormônio responsável pelo descanso.

A consequência é um ciclo de irritabilidade, fadiga e dificuldade de concentração que se retroalimenta.Com o tempo, a criança passa a ter mais dificuldade em lidar com frustrações, torna-se mais impulsiva e, em alguns casos, manifestaa sintomas de ansiedade e depressão.

Esses sinais, infelizmente, ainda são interpretados por muitos adultos como desobediência ou falta de limites, quando, na verdade, são manifestações de um corpo e uma mente sobrecarregados!!!

Proteger a infância não significa abolir a tecnologia, na verdade hoje  ela é parte do mundo em que vivemos.

Mas é preciso estabelecer limites claros e coerentes, garantindo que o digital não substitua o vínculo humano.

Algumas práticas simples podem ajudar:

  • Defina momentos do dia sem telas, especialmente nas refeições e antes de dormir.

  • Priorize brincadeiras ao ar livre, contato com a natureza e atividades que envolvam corpo e imaginação.

  • Dê o exemplo: o uso consciente das telas pelos adultos é o maior modelo de educação digital .

  • Observe mudanças de humor, sono ou comportamento e, se necessário, busque orientação profissional.

O burnout digital infantil é um alerta para todos nós.
Mais do que limitar telas, ele nos convida a reconectar o que a pressa e o excesso vêm desconectando: a presença, a escuta e o vínculo.

E ai?Como está sendo a relação das crianças  ou até mesmo a sua com o digital ?  Não deixe de me contar.


Com carinho, 

Ava

🍀Este post contém links de afiliados- O que significa que posso receber uma pequena comissão se você decidir comprar por eles, e isso não muda nada no valor pra você. Assim, você apoia meu trabalho e me ajuda a continuar escrevendo por aqui, com carinho.

Referências:

Hutton JS et al. Associations Between Screen-Based Media Use and Brain White Matter Integrity in Preschool-Aged Children. JAMA Pediatrics. 2019. Acesso em 04NOV2025<https://jamanetwork.com/journals/jamapediatrics/fullarticle/2754101>

Tan DJA et al. Associations Between Infant Screen Use, EEG Markers, and Cognitive Outcomes. JAMA Pediatrics. 2023. Acesso em 04NOV2025 <https://jamanetwork.com/journals/jamapediatrics/fullarticle/2754101>

 

A alegria do fim de um dia...

Estava me preparando para dormir e como todas as noites eu sempre confiro as portas e saio apagando as luzes pela casa, e nesse dia específico me deparo com essa cena.


O registro do fim de um dia de alegria, de docinhos, bolo, risadas e avós presentes.Faz apenas sete anos dessa foto e quanta coisa mudou...

Os dias ficaram mais tristes, as festas nunca mais foram ou serão as mesmas...

Sabe,há bençãos e privilégios todos os dias em nossa vida, mas na maioria das vezes nunca  reconhecemos enquanto o vivemos.

Quero que olhe nesse momento para a pessoa querida mais próxima a você.

Olhou?

 Você vive com ela ou a encontra frequentemente... Mas deixa eu te contar uma coisa:

 Um dia você ou ela só será saudade, um vazio existente , uma saudosa lembrança de tempos que não voltam mais.

 

Essa foto é um lembrete  pra mim e para você.

  De que a felicidade mais extraordinária  se vive  no ordinário, nos dias que vivemos distraídos rotineiramente ao lado daqueles que amamos.

Ao olhar para essa fotografia  quase que consigo sentir o cheiro daquele dia, lembro-me dos meus passos indo em direção ao abajur, feliz, lembrando das risadas, dos doces que sobraram na geladeira, da presença do amor de todos e principalmente das avós...



...  das avós...que  agora  se reencontraram mais uma vez, mas agora no céu.

 

...

 


É doído...

Mas quando  volto olhar pra essa imagem, tenho paz, pois  estão vivas e em casa nesse fragmento do tempo, na  lembrança do eu presente que ...

Estava se preparando para dormir e como todas as noites sempre conferia as portas e saía apagando as luzes e nesse dia específico se deparou com essa cena... e então a fotografou.

 

Aqui está:

 

 


 

O registro do fim de um dia de alegria, de docinhos, bolo, risadas e avós presentes.

A alegria do fim de um dia... Feliz!


Nos últimos dias, uma pergunta vem dominando os comentários das redes sociais: “Qual é o prompt da trend da Polaroid?”

Se você usa o TikTok, provavelmente já se deparou com o boom de  fotos incríveis feitas pela inteligência artificial (IA), com   pessoas postando registros feitos no formato de  polaroid com  celebridades.

Essa tendência viral começou com fãs gerando fotos realistas com seus ídolos, a maioria  em poses românticas e com uma estética bem vintage , digna de um álbum de lembranças, afinal que é que nunca quis uma foto com o seu artista favorito?

Se a Hailey acreditar  em tudo o que vê na internet, acho que o Justin Bieber vai ter problemas em casa. 😂 Acho que foi a pessoa que mais vi nas montagens românticas das garotas no Tik Tok.


Embora uma grande parte esteja fazendo a trend  com a foto  do seu artista favorito, há  uma outra parte que começou a  gerar essas fotografias com familiares  queridos que já  não estão mais entre nós, proporcionando assim, obter uma lembrança  com um  ente amado que  em vida muitas vezes não teve oportunidade.

Minha experiência com a trend da polaroid

 Eu fui uma dessas pessoas que aproveitou testar  gerando uma foto com uma pessoa que não está mais entre nós, minha mãe.

Apesar de ter diversas fotos com  ela, eu não poderia deixar de gerar  mais uma lembrança...

 No começo fiquei apreensiva, mas para a minha surpresa a foto ficou tão extraordinariamente boa, que todo mundo que eu mostrei perguntou onde tínhamos tirado aquela foto, inclusive meu pai!


Como fazer a foto da trend da Polaroid com IA (usando Gemini)

O programa que vamos utilizar é o Gemini, mais conhecido como a IA do Gogle,  e ela é totalmente gratuita.

Se você também quer criar a sua foto polaroid siga este passo a passo:

1.Acesse  o Gemini.

2. Cole  o seguinte prompt :

"Take a photo taken with a Polaroid camera. The photo should look like an ordinary photograph, without an explicit subject or property. The photo should have a slight blur and a consistent light source, like a flash from a dark room, scattered throughout the photo. Don't change the face. Change the background behind those two people with white curtains. 

Don't change the faces"

3. Então clique no + e  suba  duas fotos (uma foto sua e uma da pessoa que você quer na foto).



Agora é só esperar a mágica acontecer.

A IA  pode ser considerada uma ameaça quando pensamos em todo o mal que ela pode causar nas mãos erradas, mas a verdade é que ela pode ser  fantástica  nas mãos certas.  

“O que todos devemos fazer é nos certificar que estamos usando a inteligência artificial de uma maneira que beneficie a humanidade, e não que a deteriore.” — Tim Cook

 O uso desenfreado  e  a busca de uma regularização que  seja benéfica a todos é o big deal desses tempos, mas definitivamente não é uma preoucupação para nós.

Afinal, para nós que estamos apenas a usando como recreação (como  na trend da Polaroid )a IA é  apenas uma ferramenta fantástica  capaz de produzir  fotografias que aquecem o coração.  Possibilitando   a todos gerar imagens que  nunca puderam ser captadas em  um outro espaço tempo,mas que agora existem em um multiverso que só a IA é capaz de nos proporcionar.   

E você, já criou a sua Polaroid? Não deixe de me contar a experiência.

Com carinho , 

Ava


"A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata”

 Todos  nós sabemos que não devemos julgar o livro pela capa, e agora eu também sei que nem o filme pelo nome (ironia).

Pois é. Eu sempre via esse filme nos meus recomendados na Netflix, mas confesso que tinha uma aversão a esse nome. Apesar da temática me atrair, achava o título apelativo demais (na minha cabeça o nome era apenas um clickbait-trauma dos dias atuais)  sempre deixava para um outro dia.

E esse dia chegou. Estava rolando o catálogo da Netflix com a  minha filha  escolhendo algo para  assistir e  acabei parando  novamente sobre esse filme, ela leu a sinopse, gostou e então finalmente eu dei o play.


Que  agradável surpresa  foi esse filme! Bom timing, figurinos impecáveis e história divertida (nome justificado), apesar do contexto triste daquele espaço/tempo cuja população daquela ilha enfrentava  a ocupação alemã, foi uma delícia acompanhar a história da  comunidade de  Guernsey e da doce Juliet Ashton.


Sinopse

“Em 1946, a escritora Juliet Ashton troca cartas com um fazendeiro da ilha de Guernsey, Dawsey Adams, que lhe fala sobre um clube de leitura que ajudou os moradores a enfrentar a dura realidade da ocupação nazista durante a guerra. Intrigada, Juliet viaja para a ilha para conhecer a sociedade e escrever sobre eles.”



“Nosso clube do livro nas sextas à noite se tornou nosso refúgio. É uma liberdade particular perceber que o mundo se torna cada vez mais escuro à sua volta, mas que só é necessária uma vela para enxergarmos novos mundos se revelando. Foi isso que encontramos na nossa sociedade.” 
A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata

Para quem é leitor como eu, com certeza irá amar esse enredo, ver  os  personagens  se tornando leitores “por acaso”, me tirou boas risadas, e é tão  satisfatório ver eles se apaixonando pela leitura, descobrindo um mundo até então desconhecido.

Sou uma compradora de livros usados, e amo achar um dedicatória, um nome em um cantinho de página. È como se a gente leitor  sentisse pertencer   de modo a se identificar com alguém que também já mergulhou naquele universo que seguramos em nossas mãos. O filme me fez  lembrar que na minha  estante e em tantas outras estantes, há livros que poderão servir de pontes para outras pessoas também.

Nunca é só um livro;e é exatamente isso que a história mostra e se baseia. Há um universo de boas conspirações em volta de um único exemplar. Apesar de vivermos hoje em uma sociedade  em que há  pessoas que reclamam de “comentários extensos”, levo em meu coração a esperança e a certeza que há pessoas com almas antigas que ainda amam se aprofundar e apreciar os detalhes de uma boa leitura.



Outra coisa que me deixou encantada nesse filme cm certeza foi o cenário, a ilha de Guernesey, fiquei imaginando como seria escrever morando em um local com tamanha beleza.

Além disso, não posso deixar de comentar o figurino da protagonista.  Eu sou completamente apaixonada pela moda dos anos 40, então já fiz uma pasta no Pinterest dos modelitos usados pela Juliet na esperança de um dia replicá-los.

Enfim, pra quem está querendo assistir um bom filme, com uma trama leve bem água com açúcar,  com um cenário belíssimo  e que tenha  um quê de mistério eu recomendo  muitíssimo o filme.

E você já assitiu ao filme? Me conta o que achou.

Até mais.

Com carinho,

 Ava


Classificação indicativa :12 anos







 

Fonte Imagem: Pexels
De acordo com uma pesquisa do Pew Research Center com adolescentes de 13 a 17 anos nos EUA, os jovens têm usado as redes sociais como principal fonte de informação. O problema é que grande parte deles ainda não desenvolveu um senso crítico apurado para checar a veracidade dos fatos.

Vemos cada dia mais, as pessoas   sendo polarizadas por notícias enviesadas sem de fato buscar sua veracidade em diversas fontes. Em outras palavras: nossos filhos estão sendo educados pelas timelines.

Essa realidade também se confirma no Brasil: segundo o Comitê Gestor da Internet em parceria com a UNESCO, 43% dos jovens entre 9 e 17 anos não sabem verificar se uma informação é verdadeira.

E é aqui que nós  como educadores devemos nos preocupar, nos posicionar e orientar nossos filhos.

 

Os riscos da desinformação e da falta de pensamento crítico

De acordo com  a Secretaria de  Comunicação social  brasileira 93%da população de 9 a 17 anos é usuária de internet no país, o que representa atualmente certa de 25 milhões de crianças e adolescentes. 

Como mãe, preocupo-me o quanto os nossos jovens estão sendo informados e  influenciados por essas plataformas  de redes  sociais sem desenvolverem maturidade e discernimento .

Muitos não têm a malícia de compreender que qualquer discurso vem carregado de intencionalidade nas entrelinhas do não dito. E por isso acabam se deixando levar, influenciar, concordar e tomar aquilo como verdade ou inspiração.

 E eu não falo aqui apenas do viés político, vemos  noticias duvidosas sobre saúde,  ciências de um paper só compartilhadas como verdade absoluta,  incitação a violência, delitos e   brincadeiras  perigosas  sendo disseminadas todos os dias  em  massa na nossa  timeline e consequentemente  nas  de nossos filhos também.

 Outro dado alarmante da Secretaria de comunicação social, que   mostra o tamanho da responsabilidade que nós como pais temos nas mãos é esse:

“52% dos usuários de 11 a 17 anos concordam que todos encontram as mesmas informações quando pesquisam coisas na Internet e, para 50% dos usuários investigados, o primeiro resultado da pesquisa na internet é sempre a melhor fonte de informação.”

Isso mostra que nossos jovens ainda não têm  o entendimento sobre como funciona  manipulação da informação.

 O papel dos pais na educação digital dos filhos

Como podemos ver  os jovens tem usado as redes como  um guia para diversas áreas da vida e tem confiado nesse meio como uma forma de se manter  atualizado e informado, mas sem o  acompanhamento de um adulto que instigue o seu pensar critico, os jovens vão  se tornar cada dia mais vítimas  de   discursos prontos, seguidores fiéis  incapazes de questionar o porquê pensam o que pensam, o porquê seguem o que seguem , o porquê acreditam no que acreditam, e o porquê defendem  o que defendem,  tudo em troca de pertencer a um clubinho digital.

 Analfabetos funcionais são uma realidade  no contexto da língua materna, e é também uma realidade no contexto da “Afabetização digital”, apenas repetem o que vêem , sem entender  a armadilha intrínseca em um discurso amplamente curtido. Enquanto os jovens seguem sem questionar, apenas um lado ganha, ganhando  apoiadores raivosos de uma causa que no fundo  nem eles entendem.

O ser humano  que  em sua  utópica jornada em construir um homem critico, pautado na justiça e na liberdade de pensamentos que beneficiassem  a sociedade como um todo, deu lugar a um povo  composto de gladiadores digitais  analfabetos que lutam por apenas um lado .

Na construção da sociedade há sempre um lado a escolher, embora não haja  vergonha em ter um lado, mas há preocupação quando  esse lado não é escolhido  pelo indivíduo com plena consciência  e clareza.

  Muitos pais dizem que o comportamento dos filhos mudou “do nada”, alegam que os filhos desviaram-se de seus ensinamentos. Mas, na verdade, essas mudanças costumam ser fruto da ausência de acompanhamento e diálogo no consumo de conteúdos digitais.

Retirar o celular dos filhos pode parecer a solução mais  fácil e rápida, mas apenas adiará as consequências da negligência. O verdadeiro desafio é formar filhos que sejam:

  • Confiantes e conscientes de suas escolhas.
  • Capazes de questionar o que leem e escutam.
  •    Protagonistas de suas próprias decisões.
  •    Pensadores críticos e não apenas “seguidores fiéis” de discursos prontos.

 Entretanto, para a construção de  uma criança que é  amada, cuidada ,detentora  de uma voz  e um  querer próprio e autêntico, exige esforço de quem educa. Requer  pais  presentes  que conheçam e se interessem por seus filhos, que saibam seus gostos, pensamentos , opiniões e dialoguem e ensinem sua visão e valores sobre  todos os aspectos da vida.

 

 Como desenvolver senso crítico nos jovens

 Pais presentes fazem toda a diferença. Algumas práticas podem ajudar:

  •          Conversar diariamente sobre o que seus filhos consomem nas redes.
  •          Mostrar como verificar se uma notícia é confiável.
  •          Incentivar múltiplas fontes de informação.
  •          Ensinar que opiniões devem ser formadas com consciência, não por pressão de grupo.
  •          Dar exemplo: praticar também a checagem antes de compartilhar algo.

 

 Presença e diálogo como antídoto

Não há problema em os jovens terem opiniões e “tomarem um lado”. O risco está em fazer isso sem consciência e sem reflexão.

Mais do que controlar telas, precisamos formar cidadãos autônomos, críticos e conscientes. O antídoto contra a manipulação digital não é proibição, e sim educação, diálogo e presença real dos pais.

 

Sem filhos zumbis, por favor.

 

Conte-me aqui nos comentários: qual é o maior desafio na educação digital dos seus filhos?


Com carinho,

Ava


Fontes citadas:

 <https://www.pewresearch.org/internet/2024/12/12/teens-social-media-and-technology-2024/>

< https://www.nic.br/noticia/na-midia/pesquisa-revela-que-43-dos-jovens-nao-sabem-checar-se-uma-informacao-da-internet-e-falsa/>

 < https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/uso-de-telas-por-criancas-e-adolescentes/guia/recursos-extras/pesquisas-e-outros-numeros>


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Sou a Ava Quirino, Redatora, Pedagoga & Educadora Parental. Neste espaço, compartilho os caminhos e descaminhos que vivo nas entrelinhas do cotidiano. .'Compartilhando palavras, vivendo nas entrelinhas.' Seja bem vindo.

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