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Ava Quirino


Adquiri uma bíblia bilíngue para ajudar com a minha meta de melhorar minha fluidez no inglês. Será que deu certo?  


Entre as metas que estabeleci para este ano, uma delas ocupa um lugar especial: melhorar o meu inglês. Não queria apenas estudar em horários pré-determinados, na verdade queria mesmo é “simular uma imersão”  no meu dia a dia, como se eu morasse em um lugar em que  a língua  oficial fosse  o inglês.  Tenho como meta  tanto evoluir no ganho de vocabulário como também construir confiança no falar.  

Já faz um bom tempo que venho percebendo  que metas não se sustentam apenas com motivação. Metas precisam de rotina, precisam encontrar espaço no meio das responsabilidades, da casa, do trabalho e da rotina diária... E foi justamente refletindo sobre isso que tomei uma decisão simples, mas muito útil para mim:

 Adquirir uma Bíblia bilíngue. 

  Como eu disse anteriormente, a meta é simular uma imersão e para isso   estabeleci que eu iria buscar consumir pelo menos  de 70% a 80% de inglês na minha rotina, mais especificamente nos meus momentos de lazer, ao assistir algo ou na hora da ler um livro, por exemplo.

 E olhando para minha vida, para ver onde dava para encaixar ainda mais o inglês,  percebi que meu momento devocional já faz parte da minha rotina diária,  é um hábito consolidado.  Algo  que não tenho que me “esforçar” para fazê-lo. Então comecei a me perguntar: por que não transformar esse momento também em uma oportunidade de  melhorar meu inglês?

 Eu já vinha namorando essa versão  da Bíblia Bilíngue da Thomas Nelson há algum tempo,  E quando  resolvi adquirir minha única  dúvida era :qual cor escolher?



Acabei decidindo pela  cor caramelo e posso afirmar que ela é ainda mais linda pessoalmente.


Ao ler o texto bíblico  em português e acompanhar a versão em inglês,  estou conseguindo ampliar naturalmente o meu repertório, percebendo padrões nas  estruturas de frases, aprendendo novas palavras dentro de um contexto que já me é familiar, afinal ,  já faz  anos que   venho me dedicando  a leitura bíblica. 




  Adquira na Amazon

Eu   estou extremamente  feliz e satisfeita  por ter adquirido essa bíblia, confesso que no inicio fiquei receosa de “trocar” de bíblia  esse ano, pois a minha bíblia “ mulher de fé” já me acompanha há tantos anos... Mas desde que eu comecei a leitura na nova bíblia, sinto que realmente  estou melhorando  e desenvolvendo  ainda mais  nos meus estudos da língua inglesa.

È muito mais fácil colhermos resultados quando a nossa busca por tentar melhorar , tentar se desenvolver não compete com a nossa rotina, mas caminha junto com ela.  Isso  faz tudo ficar mais leve,  a gente começa  a ver que dá para aproveitar as rotinas  que já existem  no nosso dia a dia  pra encaixar  pontos de melhorias sem  correr o risco de sobrecarregar a nossa agenda.

Para mim, essa escolha representa exatamente isso: tornar o aprendizado do inglês  mais fluído com menos cobrança e mais constância...

 Talvez as metas que queremos alcançar não exijam mudanças grandiosas, mas ajustes conscientes e intencionais na nossa rotina. Às vezes, a transformação começa quando decidimos olhar para o que já fazemos todos os dias e perguntar: como isso pode me aproximar da pessoa que eu desejo me tornar?

 Se você também está buscando evoluir em alguma área este ano, talvez a resposta esteja em integrar e não sobrecarregar.

 E ai? Como estão caminhando suas metas  para esse ano?

Com carinho,

Ava

(Este post contém links de afiliada. Ao comprar por eles, você apoia meu trabalho sem pagar nada a mais por isso . Obrigada por esse carinho 💓)

março 04, 2026 0Comentários

 

                                         
 Como alfabetizar uma criança em casa: guia prático

Toda mãe fica empolgada quando a idade escolar começa a se aproximar. É justamente nessa fase que surge o desejo de apresentar letras, livros, atividades e materiais que ajudem a criança a se familiarizar com a leitura e a escrita.

Mas o que muitas não sabem é que existe uma etapa essencial que deve acontecer antes (e também durante ) a alfabetização: o letramento. O Letramento  nada mais é do que saber usar a leitura e a escrita na vida real, ser alfabetizado não é apenas decodificar  palavras, mas compreender, interpretar e aplicar no cotidiano.

Uma pessoa pode ser alfabetizada (saber ler  as palavras), mas não ser letrada (não compreender o que lê). Como afirma a educadora Magda Soares, alfabetização e letramento são processos indissociáveis , sendo assim, caminham juntos!

Ainda assim, a realidade brasileira é preocupante. Segundo dados divulgados pelo G1, com base no Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), 29% dos brasileiros entre 15 e 64 anos eram considerados analfabetos funcionais em 2024 - o mesmo índice registrado em 2018.

O levantamento considera analfabeto funcional aquele que consegue ler apenas palavras isoladas ou frases curtas e identificar números familiares, mas apresenta dificuldade para compreender textos e utilizar a leitura de forma prática no dia a dia.

Diante de números tão alarmantes, torna-se ainda mais importante que os pais ofereçam um ambiente formador às crianças. Muitas mães veem nesses dados um incentivo para começar desde cedo a estimular a aprendizagem em casa.

E sim, como pedagoga, eu afirmo: é possível alfabetizar seu filho(a) em casa.

Vale lembrar que a faixa etária geralmente indicada para o processo de alfabetização está entre 5 e 7 anos ( mas isso é assunto para um outro post).

Se você deseja participar ativamente desse momento, saiba que alfabetizar não significa antecipar conteúdos escolares, e sim criar um ambiente rico de aprendizagem.Nesse post,compartilho orientações práticas para ajudar você a conduzir esse processo de formafluída e respeitando  o ritmo da sua criança.

1. Desenvolva a consciência fonológica

Antes de ler palavras, a criança precisa perceber os sons da fala. Brinque com rimas, separe palavras em sílabas batendo palmas (ca-sa, bo-la) e explore sons iniciais (“macaco começa com qual som?”). Essa habilidade é base para a leitura.

Jogos que Podem ser usados:



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2. Comece pelo que tem sentido para ela

O nome próprio é o melhor ponto de partida. Depois, avance para nomes de familiares, objetos da casa e palavras do cotidiano.

A alfabetização ganha força quando está conectada ao entorno da criança.

3. Ensine som e letra juntos

Na alfabetização, é essencial associar grafema (letra) e fonema (som). Mais importante do que decorar “essa é a letra B” é compreender que ela representa o som /b/, como em “bola”. Essa associação facilita a leitura silábica.


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4. Trabalhe sílabas de forma leve

Nossa língua é organizada em sílabas. Após reconhecer alguns sons, apresente combinações simples: ba, be, bi, bo, bu. Use jogos, cartões ilustrados, bingo de sílabas ou leitura de palavras curtas.

Aprender brincando reduz a pressão e aumenta o interesse.

Jogos que podem ser usados:

 Jogo Tira e põe Sílaba 

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Livro o Varal das vogais
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5. Leia todos os dias

A leitura diária amplia vocabulário, repertório e compreensão. Mesmo antes de saber ler sozinha, a criança precisa ouvir histórias. Leia em voz alta, faça perguntas simples e converse sobre a narrativa.

Alfabetizar não é apenas "decodificar", é compreender!


 Alguns livros insfantis que recomendo para essa idade de Alfabetização:

Perigoso-Tim Warnes

"Bob é uma toupeira que adora etiquetar as coisas. Um dia, ele encontra uma coisa muito estranha. Uma coisa escamosa. Uma coisa escamosa com dentes pontudos. Ahhh! Cuidado, Bob!"

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Quem soltou o pum?- Blandina Franco



"A história é simples, mas a sacada é das boas: imagine um cachorrinho de estimação que se chama Pum! Daí dá para tirar diversos trocadilhos, criando frases e situações realmente hilárias. É um tal de não conseguir segurar o Pum, que é barulhento e atrapalha os adultos, que dizem que o Pum molhado, em dia de chuva, fica mais fedido ainda, o que faz o menino passar muita vergonha. Pobre Pum. E pobre dono do Pum! Mas não tem jeito, com o Pum é assim mesmo: simplesmente ninguém consegue evitar que ele escape e cause certos inconvenientes."

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O monstro das cores - Anna Llenas


"O monstro das cores não sabe o que se passa com ele. Fez uma bagunça com suas emoções e agora precisa desembolar tudo.
Será capaz de pôr em ordem a alegria, a tristeza, a raiva, o medo e a calma?

Finalmente chega ao Brasil o livro "O monstro das cores", escrito e ilustrado pela arte-terapeuta Anna Llenas. Publicado originalmente em 2012, o livro vendeu mais de 200.000 exemplares na Espanha e foi traduzido para 16 idiomas! A história estimula as crianças a identificar as diferentes emoções que sentem, como alegria, tristeza, raiva, medo e calma, através de cores. Por sua história cativante, "O monstro das cores" tornou-se o livro de cabeceira de milhares de famílias e educadores."


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6. Incentive a escrita espontânea

Permita que a criança escreva do jeito que consegue. As “escritas erradas” fazem parte do processo de construção. Evite corrigir excessivamente. Valorize a tentativa e, aos poucos, modele a forma convencional.

Materiais:

 Você pode deixar sempre à disposição folhas, giz de cera, comprar cadernos de atividades ou lousas como essa:


"Este conjunto incrível acompanha uma caneta que permite escrever, desenhar e apagar quantas vezes quiser."

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7. Use a rotina como ferramenta

Listas de compras, bilhetes, etiquetas nos objetos, rotina da semana ... tudo pode virar oportunidade de leitura e escrita. A alfabetização acontece na vida cotidiana.

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8. Respeite o tempo e a maturidade

Como eu disse anteriormente há uma idade que é considerada "ideal", entretanto cada criança tem seu ritmo. Observe sinais de prontidão: curiosidade pelas letras, perguntas sobre palavras, tentativa de ler placas e embalagens. Não tenha pressa, pressa acaba gerando bloqueio. A constância  e as pequenas vitórias geram segurança. 

Alfabetizar em casa é um processo que exige método, constância e rotina.  As crianças precisam  gostar do processo, por isso implementar jogos, musicas, brincadeiras é essencial. Com isso, aos poucos a leitura e a escrita deixam de ser apenas "conteúdo escolar" na cabeça da criança e se tornam ferramentas de exploração, expressão e autonomia.

 Como mãe e pedagoga, posso afirmar:

 Nada nos preenche mais do que ver uma criança descobrindo o mundo  novo que se abre com a Alfabetização.

Gostou das dicas?  Comente aqui.

Até mais.

Com carinho,

Ava

(Este post contém links de afiliada. Ao comprar por eles, você apoia meu trabalho sem pagar nada a mais por isso . Obrigada por esse carinho 💓)

 

Fontes Citadas:

SOARES, Magda. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, n. 25, p. 5-17, jan./abr. 2004. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/rbedu/a/89tX3SGw5G4dNWdHRkRxrZk/?format=pdf&lang=pt>. Acesso em: 3 mar. 2026.

3 a cada 10 brasileiros são analfabetos funcionais, indica pesquisa; patamar é o mesmo de 2018. G1, 2025. Disponível  em <https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/05/05/3-a-cada-10-brasileiros-sao-analfabetos-funcionais-indica-pesquisa.ghtml>. Acesso em:02 Mar2026.



março 03, 2026 0Comentários

 

 Fonte da Imagem: Acervo Pessoal

 Em janeiro de 2025 comecei um ritual que pretendo repetir esse ano: escrevi uma carta para eu ler ao final do ano. Basicamente, era uma conversa com o ‘eu do futuro’, idealizando  a “Ava”  de Dezembro disciplinada que leria a carta ao final daquele ano com várias metas batidas.

 Iludida ou Otimista?

A verdade é que teve sim algumas metas alcançadas. Porém, uma das metas que eu julgava mais importante , que eu queria muito alcançar  no último ano e que só dependia de mim, eu não alcancei! Resultado: Terminei ano da mesma forma... Mas apesar de estar decepcionada comigo mesma, eu escolhi olhar o copo meio cheio.

  Comecei a olhar com carinho para a Ava que passou esse último ano, que teve grandes aprendizados, dificuldades e  uma significativa perda.  Nossa família viveu um período muito difícil esse ano, tivemos um familiar que adoeceu, foram meses... E que infelizmente se foi. Acabou que desestabilizou  de certa forma a família e ainda estamos tentando lidar com essa grande perda.

Por isso, levando em consideração  que  a vida que projetamos e a vida que acontece muitas vezes se desalinham, por que não exercer a gratidão pelo que foi,  pela vida que  ainda é e que nos proporciona tempo e condições para contemplarmos  e realizarmos tantas coisas?

O Diário de Amiel

E foi enquanto eu estava nessa trajetória interior de reflexão que  eu me deparei com essa página do diário de Henri Amiel :

“Berlim, 16 de dezembro de 1847

Pobre diário íntimo! esperas há sete meses e em dezembro é que se aplica por primeira vez uma resolução de maio. Ou antes, pobre de mim! Não sou livre, porque não tenho a fôrça de executar a minha vontade. Acabo de reler as minhas notas dêste ano. Tudo foi visto, previsto, disse a mim mesmo as mais belas cousas, entrevi as mais sedutoras perspectivas, e, hoje, caí em mim, esqueci. Não é inteligência que me falta, é caráter. Quando me dirijo ao meu juiz interior, clara é a sua visão e êle fala com justeza. Eu me adivinho mas, não me faço obedecer. E neste momento ainda, sinto que me causa prazer descobrir as minhas faltas e os seus motivos, sem que por isso eu me torne mais forte contra elas. Não sou livre. Quem deveria sê-lo mais do que eu? Nenhuma coação exterior, gôzo de todo o meu tempo, senhor de oferecer-me um fim qualquer. - Mas de mim próprio fujo, semanas, meses inteiros; cedo aos caprichos do dia, sou o olhar de meus olhos.

Terrível pensamento: cada um faz o próprio destino.

Diziam os indus: o destino não é uma palavra, mas a conseqüência das ações cometidas em outra vida. Excusado ir tão longe. Cada vida faz o próprio destino. Por que és fraco? Porque dez mil vêzes cedeste. Assim te tornaste o joguete das circustâncias; fôste tu que fizeste a sua fôrça, não elas que fizeram a tua fraqueza. –“

🍀Minha edição  é antiga. Mas pra quem tiver interesse e quiser adquirir esse livro achei  essa edição na  Amazon .

(Lembrando que comprando com o meu link você apoia meu trabalho sem pagar nada a mais por isso . Obrigada pelo carinho 💓)

 Fonte da Imagem: Foto retirada do livro


 A culpa por não cumprir as metas e promessas que fazemos com a gente mesmo não é uma culpa  exclusiva dos dias atuais.  Dias esses que são permeados e acentuados pelas comparações e distrações promovidas pelas redes sociais, apesar  de acreditar que elas contribuem muito para a procrastinação e a comparação,  a causa de resoluções de ano novo não cumpridas muitas vezes está em uma falta de planejamento mais realista  ou por culpa da vida acontecendo simplesmente, dos imprevistos que podem ocorrer,como um desemprego, um término, uma doença...

 E essa culpa  que nos corrói ao final de um ano por uma meta não alcançada está intrínseca em todo ser humano, não é algo causado pelos novos tempos.  Como  pudemos ler no  diário do Amiel que lá em 1847  já sofria com a frustração de ter sido “fraco” e não ter  tido “força para executar “ sua própria vontade. E olha que ele ainda nem tinha redes sociais. Hahaha #joke

Fonte da Imagem: Giphy

Sua melhor amiga é Você

Como sabemos e podemos prever  há tantos acontecimentos que podem nos boicotar para cooperar com nosso fracasso...

E é quando essa bad de final do ano chega por metas não alcançadas que se torna   inevitável  nos culparmos pela falta de resultados, mas antes de enchermos  nossa mente com um monte de crenças limitantes de “eu nunca consigo”, “ eu sou um fracasso mesmo”, que tal olharmos  com um olhar critico e  refletirmos o porquê tal objetivo não foi alcançado?!

Eu odeio me fazer de vítima da situação, mas uma das metas que estipulei  é  de falar comigo mesma como eu falaria com uma amiga, e eu nunca diria para uma amiga que falhou  em algo coisas do tipo: ” Você é um fracasso” , “Você nunca faz o que promete” ou "Você nunca vai conseguir.". O que eu provavelmente falaria é:

“Vamos analisar com calma o trajeto, ver o que deu errado e retraçar a rota “

 Afinal há um novo ano se iniciando!

Aliás, Feliz Ano Novo pessoal! Desejo um 2026 cheio de realizações e metas cumpridas para todos nós!

E me conta aqui nos comentários como foi o ano de 2025 pra você e quais são as perspectivas para 2026?

Até mais.

Com carinho,

Ava


Referências:

AMIEL, Henri-Frédéric. Diário Íntimo. Tradução de Mário Ferreira dos Santos. Porto Alegre: Globo, 1947

janeiro 05, 2026 0Comentários
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Sou a Ava Quirino, Redatora, Pedagoga & Educadora Parental. Neste espaço, compartilho os caminhos e descaminhos que vivo nas entrelinhas do cotidiano. .'Compartilhando palavras, vivendo nas entrelinhas.' Seja bem vindo.

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